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sábado, 8 de maio de 2010

EQUÍVOCOS

EQUÍVOCOS DOS TEMPOS DE HOJE
Tudo tende a ser mercadoria: os sentimentos, as convicções, as deferências, as idéias, as palavras!
Tudo tende a um utilitarismo, a uma conveniência, a um interesse!
Desprendimento, desinteresse, abnegação, altruísmo e independência são pedras preciosas de ínfima prospecção e de raro uso num mundo em progressiva competitividade que desumaniza o homem, ocupado que está, quase sempre, no esforço pela sobrevivência ou no desvairado empenho para ter mais poder, qualquer que seja ele!
EQUÍVOCO DE FOCO
O ser humano geralmente se amálgama à desesperança do envelhecimento, esquecendo-se do dínamo interno da alma ansiosa e abundante de vitalidade por viver que existe enquanto há saúde e vida!
Entrega-se à inércia, como uma planta sem água, sem sol, sem cuidados e se perde numa existência pequena, sem viço!
COM E SEM EQUÍVOCOS
Honore de Balzac (1799-1850), escritor francês, gostava de escrever de madrugada; podia se levantar à meia-noite e deitar-se às seis da tarde.
No seu enterro, Victor Hugo (1802-1885) fez o discurso de despedida!
Tinha entre seus admiradores, Oscar Wilde (1854-1900)!
Seu primeiro trabalho foi 'Cromwell' que não teve sucesso. Depois escreveu uma série de livros de baixa qualidade, apenas para sobreviver, usando pseudônimo.
Aos 22 anos de idade teve vida amorosa com uma mulher casada de 44, que viria a ter importante participação na sua vida de escritor. Investiu na carreira de editor e impressor de livros, afundando-se em dívidas e tendo muitas amantes!
Finalmente, encontrou seu caminho ao buscar retratar com detalhes os costumes dos franceses. Fez muita pesquisa histórica!
Toda sua obra está sintetizada na 'A comédia humana', que o transformou num dos maiores escritores da humanidade.
Foi um homem de vida curta, mas plena, com muitos amores passageiros, um amor envolvente, muitas obras-primas e muitas dívidas!
TRANSFORMAÇÃO SEM EQUÍVOCOS
" Tudo em transformação. Até tu mesmo te encontras em contínua mudança e, sob certos aspectos, em contínua decomposição. Igualmente o mundo inteiro. " - Marco Aurélio ( 121-180 ), imperador romano e filósofo.





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