O COMPUTADOR E OUTRAS MÁQUINAS
Medindo trinta centímetros, outros cabendo na palma da mão, carregados no bolso, diminuindo de tamanho a cada meia dúzia de meses, com dezenas de melhoramentos e novas funções, máquinas e equipamentos de comunicação não lembram os enormes computadores que ocupavam salas inteiras, irremovíveis e possíveis de serem utilizados somente por algumas mentes privilegiadas na década de 1940. Eles agora são acessórios tão necessários quanto um relógio, um pente, uma escova, um estojo de maquiagem ou um cartão crédito que se carrega consigo todo o tempo, e por todo lugar, enquanto o absorto usuário a eles dedica toda sua atenção, caminhando pelas ruas, em meio a reuniões sociais ou de trabalho, numa incessante comunicação virtual, enquanto câmeras flagram ladrões e catástrofes e as notícias ruins percorrem o globo terrestre em segundos.
Ficam cada vez mais para trás as cartas enviadas pelo correio; o enorme, raro, enorme e fixo telefone preto; a visita para se tomar um café com bolo de fubá; a indefectível ida ao banco para se saber o saldo; a ida ao cinema; ter que ir a uma escola para se fazer um curso; comprar uma cara coleção enciclopédica impressa para se fazer trabalhos escolares e 'viajar' pelo mundo do conhecimento.
Quando surgiram os primeiros automóveis, os profetas do hoje do seu tempo achavam que eles seriam uma moda passageira e que jamais tomariam o lugar dos cavalos, do mesmo modo que, quando a televisão surgiu, outros profetas do hoje do seu tempo achavam que ninguém iria ficar horas na frente de um aparelho de televisão, deixando o rádio, que poderia ser ouvido de qualquer canto da casa, não interrompendo as outras atividades.
O computador, nos seus inícios, era visto como um leviatã que poderia dominar o homem e o mundo, mas a ciência dos cientistas de mente tão ampla como a fértil imaginação futurística de Jules Verne e H.G. Wells tem avançado em velocidade geométrica, e o mundo está diante de uma nova onda que está a levar o ser humano para uma nova dimensão, apesar da entristecedora convivência com a fome, a violência, ódios raciais, tensões religiosas, a intolerância e outras questões que tornam o ser humano menor, ao mesmo tempo em que é um formidável ser científico!
II) MESTRES"A sabedoria não nos é dada. É preciso descobri-la por nós mesmos, depois de uma viagem que ninguém pode nos poupar ou fazer por nós." - Marcel Proust (1871-1922), romancista, ensaista e critíco francês.
III) LITERATOS
ROBSON CRUSOE
Daniel Defoe, escritor e jornalista, nasceu em Londres em 1660 e faleceu na mesma cidade em 1731. Filho de um pequeno comerciante que o queria formado em Direito, foi atraído pela política, tentou viver como jornalista, envolvendo-se em intrigas políticas, sendo preso várias vezes por dívidas e por motivos políticos.
Desistiu da política ao ganhar celebridade com a publicação do seu romance mais famoso, ROBSON CRUSOE, publicado em 1719, que conta a história de um náufrago que passou 28 anos em uma remota ilha tropical, encontrando canibais, cativos e revoltosos, antes de ser resgatado.
O náufrago realmente existiu e Daniel Defoe adaptou livremente a história que ouviu de Alexander Selkirk e fantasiou muito sobre sua vida na ilha.
Trechos do início do romance:
"Nasci em 1632, na cidade de York, onde meu pai passara a viver, depois de ter conseguido, com seus negócios, alguns meios de fortuna."
"Como não tinha o que fazer, porque não aprendera ofício algum, dei de encher a cabeça com fantasias."
"Dedicar-me às coisas do mar era coisa que me dominava inteiramente, pondo-me surdo às advertências e às solicitações serenas e doces de minha boa mãe."
"O chamamento do mar era coisa poderosa, que me atraía e subjugava."
IV) COMPORTAMENTO
A VIDA NÃO PRECISA PARAR
Malvina Basso, de 83 anos de idade, gaúcha de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, tem quatro títulos mundiais de levantamento de peso conquistados nos anos de 2002, 2006, 2007 e 2008, nos Estados Unidos. Ela teve um início tardio no esporte e começou a treinar aos 71 anos de idade. É massoterapeuta profissional e tem três filhos de criação.
As pessoas querem se aposentar e, aos 60, o sonho é parar com tudo e achar que a vida já terminou ou falta muito pouco, e que, portanto, não há mais nada a ser feito ou muito menos iniciado, como se não valesse a pena plantar uma árvore e esperar 10 anos até que ela cresça com viço e beleza e nos dê sombra e paisagem.
A vida não é viver 'ensacado' em um corpo cansado e um tanto sem formas, como se fosse necessário ser como esculturas de Auguste Rodin. A vida é ter gostos, desejos e vontade de ganhar o mundo enquanto se pertence ao mundo, senão, para que nascemos e crescemos? Somente para sermos jovens e depois estará tudo terminado?
A vida é mais que isso! A vida é como Malvina e outros poucos a fazem: cheia de vontade, energia e criatividade todo o nosso sempre!
V) HISTÓRIA
A PRIMEIRA GRANDE FÁBRICA
A primeira lei de incentivos fiscais de São José dos Campos foi assinada no dia 18 de maio de 1920 pelo prefeito João Cursino, e a primeira indústria de maior porte a usufruir dos seus benefícios foi a Fábrica de Louças Santo Eugênio, que foi instalada na Rua dos Bambús (Av. Dr. Nelson D'Ávila) próximo ao Ginásio da Associação Esportiva São José, onde está instalada hoje uma companhia de seguros. A inauguração aconteceu no dia 20 de agosto de 1921 e foi saudada pela imprensa como 'o mais desejado sonho do povo joseense.'
VI) PENSAMENTO
As amizades podem ser como o vento: rápidas e impalpáveis, ou como as montanhas: estão ali para todo o sempre!
VII) TÚNEL DO TEMPO
Doutor Zhivago é um filme épico baseado no romance do mesmo nome, do escritor russo Bóris Pasternak, tem como pano de fundo a Revolução Russa de 1917, e conta a história de amor entre o médico Yuri Zhivago (Omar Sharif), casado com Tonya (Geraldine Chaplin), e a enfermeira Lara (Julie Christie).
O filme, vencedor de 5 Oscar em 1966, foi proibido na Rússia até 1994, assim como o autor do livro, Bóris Pasternak, havia sido proibido de receber o Prêmio Nobel de Literatura em 1958, por ter sido considerado uma crítica ao regime soviético.
Omar Sharif (Doutor Zhivago) tem hoje 80 anos de idade, e ainda atua.
Julie Christie (Lara) tem 70 anos, e ainda atua.
vídeo: www.youtube.com/watch?v=ApRIugndsxs
www.youtube.com/watch?v=wAWrXTm5Www




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