O VELHO E O NOVO
Desde quando o homem começou a navegação, os navios levavam meses para cruzarem os mares, chegando às suas descobertas, e levando suas manuscritas cartas, repletas de linhas curvas e novidades.
Nos continentes, os cavalos, esbaforidos, e seus enérgicos cavaleiros eram os grandes agentes de comunicação, levando as correspondências em suas selas.
O telegráfo veio a dar uma nova dimensão à comunicação, embora sua utilização se limitasse praticamente a governos e órgãos públicos, principalmente em tempos de guerra.
O telefone, de romântica descoberta, aproximou os continentes, embora privilégio de raros por muitas décadas.
O rádio chegou timidamente e se tornou um extraordinário meio de comunicação e entretenimento, sendo o primeiro a ter a família à sua volta nos seus melhores momentos.
Nos anos 1940, nos Estados Unidos, surgiu a televisão, que embora também tenha sido recebido com reservas pelos de visão sem futuro, veio a se transformar no mais formidável meio de comunicação e entretenimento até hoje conhecido em nosso mundo de milhões de anos.
Mas, o aparelho de televisão, estático e espaçoso, embora hoje elegante em suas vestimentas pretas, tem sua popularidade dividida com internet, Ipads, Ipods, tablets e laptops.
Seu 'reidado' começa a declinar face à mobilidade, praticidade e multifuncionalidade dos cada vez mais diminutos aparelhos que acompanham seus donos onde quer que estes desejem ir.
Caem impérios, ditadores e seus governos de igualdades utópicas.
Nada é para sempre. Sempre há um novo que nasce do velho e o substitue, porque o velho já fez tudo o que poderia ser capaz de fazer, porque o novo surge com novos ares, novas perspectivas, novos tempos que, um dia, também serão substituídos, porque também estarão ultrapassados.
Lá no alto, porém, o sol e a lua continuarão sempre os mesmos!II) MESTRES
"A vida é cheia de obrigações que a gente cumpre por mais vontade que tenha de as infrigir." - Machado de Assis (1839-1908), escritor e primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras.
III) LITERATOS
Eça de Queirós, escritor português, nasceu em 25 de novembro de 1845 em Póvo a de Varzim, Portugal, e faleceu em 16 de agosto de 1900, em Paris.
Suas grandes obras foram 'O Crime do Padre Amaro' (1875), 'O Primo Basílio' ( 1878) e 'Os Maias' (1888).
"O amor eterno é o amor impossível.
Os amores possíveis começam a morrer no dia em que se concretizam.
É que o amor é essencialmente perecível e na hora que nasce começa a morrer.
Só os começos são bons. Há então um delírio, um entusiasmo, um bocadinho do céu.
Mas, depois!......Seria pois necessário estar sempre a começar, para poder sempre sentir."
Eça de Queirós
"O Crime do Padre Amaro" transformou-se em filmes e séries de televisão.IV) COMPORTAMENTO
Na Europa, o velho continente, idoso, que deveria ser conservador e recatado, são inúmeras as demonstrações de mulheres ativistas que defendem as mais diferentes causas, minimamente vestidas, ou, ao menos, nuas da cintura para cima.
"O corpo é uma forma de poder.", disse uma delas.
As demonstrações desse tipo jamais aconteceram cá para baixo da linha do equador, onde as mulheres são consideradas livres, despojadas e alegres.
Esse despojamento só acontece na 'proteção invisível' das escolas de samba na festiva época de carnaval.
A consciência política não é um componente forte da personalidade da gente do nosso país.
Recato e pudor não são impeditivos; parca cultura e consciência coletiva, sim!
V) HISTÓRIA
AS PENSÕES
As pensões sanatoriais eram, na sua maioria, casas de família que tiveram a oportunidade de uma atividade econômica numa cidade pobre, como era São José dos Campos nas primeiras décadas dos anos 1900.
Havia pensões de boa e má qualidade, e, no mesmo ambiente, conviviam a família dos proprietários e os doentes.
Quase todas as pensões ficavam na região central da cidade, como a 'Pensão Dona Dulce', na Praça Afonso Pena ; a 'Pensão São Oswaldo', na Rua Sebastião Hummel e a 'Pensão Rosemberg', na Avenida Dr. João Guilhermino, entre muitas outras.
VI) PENSAMENTO
A verdade é quase sempre recatada e dissimulada, enquanto a mentira e a conveniência são de uma impudência deslavada.
VII) TÚNEL DO TEMPODALLAS
A série de televisão americana DALLAS, foi uma das mais marcantes da sua história e estreou no Brasil no início da década de 1980, pela Rede Globo, e conta a história de duas famílias rivais, os Ewing e os Barnes, cuja rixa passou por três gerações.
Foi estrelada por Larry Hagman (J.R.), Patrick Duffy (Bobby) e Victoria Principal (Pamela).
Hoje, Larry Hagman, de 80 anos, cuida da esposa acometida do Mal de Alzheimer, em tempo integral. Patrick Duffy, de 63 anos, mora com sua esposa em uma fazenda no Oregon e ele ainda atua em filmes e acabou de escrever a trilogia de livros de ficção chamados de 'Man from Atalntis.' Victoria Principal, de 61 anos, é atriz, produtora, autora de livros e possui uma marca de produtos de beleza: Principal Secret.








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