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sábado, 13 de abril de 2013

I) CRÔNICA

 O CINEMA E A VIOLÊNCIA

Havia um tempo, até os anos 1960, em que o cinema, o mágico meio de entretenimento que ao mundo encanta desde o seu início em princípios do século 20, produzia filmes tão inocentes quanto brincadeira de pega-pega, esconde-esconde e "casinha." Prevaleciam o bom senso, a falta de pressa, o bom humor e o amor. Os filmes violentos eram exceção. Eis que, coincidentemente, após os movimentos estudantis da primavera de Paris, em 1968 e que se espalharam pelo mundo, mostrando um inconformismo com o conservadorismo e preconceitos das gerações mais velhas, sem exatamente mostrar em propostas que sentimentos eram esses, a década de 1970 em diante mostrou um cinema generalizadamente de tiros e perseguições violentas entre mafiosos e policiais, um tanto de psicopatas assassinos e superheróis musculosos, que embora do bem, usavam da força e das armas para vingar um ultraje, que possa ter ferido a mais rudimentar das dignidades ou o bem comum.
James Bond é um herói sofisticado que, embora com licença para matar em nome de Sua Magestade, não o faz gratuitamente, usando do charme e da inteligência para salvar o mundo dos maus.
Com 50 anos de vida, usando de sofisticadas tecnologias, ele é agora um icônico herói das causas justas. Às suas avessas, surgem pelo mundo cidadãos comuns, adolescentes muitos, sem formação moral, sem charme, sem direitos quaisquer, que se põem a atirar em inocentes, crianças e adultos, em nome de uma causa que talvez tenha sido instilada em suas almas, naturalmente perversas, pelo cinema, a fagulha que vem desencadear a predisposta perversão.
O mundo está precisado de mais mensagens franciscanas de paz, fraternidade e respeito pelos valores mais elevados da alma humana num cinema mais lúdico e com mais exemplos de grandeza espiritual e menos tiroteios.
 
 
II) PENSAMENTO
 
Há um verniz na superfície da maioria das pessoas. Enxergá-las como elas são, realmente, é tarefa tão impossível quanto subir a mais alta das montanhas no inverno, vestindo uma roupa de banho.  
 
 
III) LIVROS
 
        As Aventuras de Huckleberry Finn
            Publicado em 1884
            Autor: Mark Twain (1835-1910)
 
O livro trata do forte preconceito racial existente nos Estados Unidos àquele tempo. O herói da obra, o menino Huck é amigo do escravo fugitivo, Jim. A lealdade, amizade, integridade e a absoluta falta de preconceito do menino são provadas quando ele prefere ir para o inferno por infringir a lei, não "entregando" o amigo fugitivo às autoridades.
Mark Twain explora na trama as hipocrisias da sociedade do sul dos Estados Unidos que, no fundo, não eram diferentes em outras regiões do mundo.
 
 
 
 
IV) ACADEMIAS
 
        ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS
 
Wilson R., presidente da Academia Joseense de Letras, concorreu a uma cadeira vaga na Academia Brasileira de Letras, dia 11 de abril passado. A eleição foi vencida pela escritora, jornalista e militante feminista Rosiska Darcy de Oliveira.
 
 
 
 
          ACADEMIA JOSEENSE DE LETRAS
 
 
 
 
 
Wilson R., atual presidente da Academia Joseense de Letras, é poeta e, além de antologias, autor de livros de português.
 
 

 
 




Um comentário:

  1. Caro Augusto: Primeiramente permita-me cumprimentá-lo efusivamente pelo já costumeiro bom gosto na escolha de sua nova apresentação do Blog. Está muito bonito e bem característico. Uma perguntinha: o que aconteceu com você nesta pequena estiagem de 4 meses??? Esteve viajando?? Grande abraço.

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