ALEGRIA
É risonho no simples, banal e aberto cumprimento com qualquer um que encontra pela primeira vez, e o faz como se amigo velho fosse, abrindo um raro e miraculoso canal de afabilidade e familiariedade! Parece estar sempre indo a uma festa de aniversário ou comemorando o nascimento do primeiro filho, mesmo quando dores e preocupações estão a assolar o íntimo do seu ser!
Em meio a tantas fisionomias graves, rancorosas, depressivas e desiludidas que se encontram por todos os lugares, ele é uma avis rara, uma sinfonia de Beethoven, um diamante, um violino Stradivarius!
PEQUENEZ
Discutem pelo nada, pela frustração dos desejos não realizados, pelo desconhecimento, pela ignorância, pelo ponto de vista sem consistência, pela última palavra, pela falta de esperança dentro de uma existência insignificante, pela mentira que está tão arraigada no seu ser, que lhes parece verdade!
Discutem no trânsito, na fila do banco, no supermercado, na família, na relação amorosa corroída e na amizade fragilizada! Discutem pelo interesse excuso nos negócios, pela falta de carinho, de respeito e do amor que se foi!
Discutem pelo nada, e o nada é a não-existência, o vazio, a coisa nula e sem valor! Discutem a inutilidade, discutem sem qualquer sentido, enquanto a ampulheta do tempo lhes rouba o verdadeiro sentido da vida!
AFABILIDADE
"Era inegavelmente amigável, tranquilo e sábio, com uma afabilidade que beirava a docilidade." - Albert Einstein (1879-1955), físico alemão naturalizado americano, Premio Nobel de Física de 1921, falando sobre seu pai, Hermann Einstein, que havia dado ao menino Albert uma bussola com a qual ele se encantou e veio a despertar nele o interesse pela física.
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