NATAL
O mundo se rende ao extraordinário significado do Natal, numa celebração de beleza emblemática.
Os duros embates entre nações, instituições, empresas e homens, por todos os tempos do calendário gregoriano, são refreados diante da magnitude da sua espiritualidade.
Desaceleram-se os rítmos, enfraquecem-se os rancores, aquietam-se os gritos. Afloram a paz, o espírito generoso, a contemplação, a família, a alma não corrompida, a solidariedade, o respeito, a entrega e a reflexão.
O que deveria ser a essência do ser humano, deixa seu casulo e reaviva-se intensamente por vinte e quatro significativas horas.
As novidades, as emoções e as paixões são bens efêmeros, enquanto o breve período de encantamento com Jesus Cristo, nascimento de uma fé cristã, presépio, Papai Noel, cantigas, presentes, crianças em plena pureza à frente da árvore de Natal, e famílias à mesa em torno de um amor comum, são bens vivos, duráveis, eternos.
É o tempo do encontro do ser humano com seu primitivismo, com a afirmação da bondade primitiva da natureza humana.
Por breve que seja, o Natal, na sua absorvente magnitude, é o benfazejo sopro da generosidade e da bondade que se renova todo final de ano e que, como numa pintura dos grandes mestres impressionistas, deixa suas eternas impressões de sensibilidade, amor e respeito pelos valores mais básicos da vida humana.
NATAL
" Um FELIZ NATAL! " - AD
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