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sábado, 1 de janeiro de 2011

MOMENTOS

MOMENTOS DE TODO O SEMPRE
As lágrimas não se lhe derramaram pelos olhos ao ouvir a coletânea musical de muitos tempos passados.
Ouviu-a, entretanto, com jovial e saudosa melancolia.
Das imagens e dos sons, alguns nem conhecia, de outros, nem se lembrava, porque a fama, tão passageira quanto o vento, é para uns poucos, tão somente.
Os que eram, já não mais existem em suas formulações idealizadas.
Os que sobrevivem àqueles tempos, são outras pessoas, outras coisas, passageiras no seu ser e na sua forma, também.
Cada instante de cada hoje vivido é tão valioso como uma pérola, mas, frequentemente, não nos damos conta da preciosidade que estamos vivendo, porque, em nosso espírito, não se encontram presentes ainda os valores que verdadeiramente importam, uma vez que ainda estamos em meio a aprendizados, conquistas, sonhos e imaturidades.
Então, em benfazejos dias, lá muito na frente, por ventos bem vindos, vislumbramos ou enxergamos o que fomos, com alegria em tons nostálgicos, mas com a consciência de que aqueles tempos, que foram muito bons, estão se repetindo em nossas vidas, no presente, mas com outras indumentárias.
BREVIDADE
Os que não têm todos os tempos,
mas já tiveram seus tempos,
pois, nasceram muito cedo,
queriam ter nascido ontem,
para ainda ter todos os tempos,
como aqueles que terão todos os tempos,
mas que, não tão longe do hoje,
também não terão todos os tempos,
porque também nasceram muito cedo,
e também queriam ter nascido ontem,
para ter todos os tempos que já não mais têm!
REALIZAÇÕES
" O que é um homem, se o seu grande bem é dormir e comer? Um bruto, apenas. Aquele que nos fez com descortino, com passado e futuro, certamente não nos dotou dessa razão divina para mofar sem uso. " - Princípe Hamlet em 'Hamlet' de William Shakespeare (1564-1616), dramaturgo inglês.

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