Jane Lockhart de Perdidos no Espaço (foto recente) é diretora de arte e gerente de marketing de uma fabricante de móveis de luxo sediada na Califórnia.
I) CRÔNICASEM CRIATIVIDADE
Nada muda. As 'explicações' sem sentido são exaladas mesmo quando as imagens são claras. Tudo se repete: o jogador de futebol que 'levanta' o adversário num chute desleal, e depois levanta os braços como a dizer 'não fui eu'; o motorista de caminhão imprudente que, depois de atropelar ciclistas e pedestres inocentes diz que 'o freio falhou,' o assassino que mata a namorada premeditadamente e depois diz que o fez porque 'se ela não fosse dele, não seria de mais ninguém', como se o amor fosse uma exclusiva via de mão única.
Nada muda, a não ser a hora, o dia, o cenário e os personagens, em meio às inconsistentes e ilógicas 'explicações' que, além de tudo, são desconexas e de despudorado cinismo. São malvadas e sem fim 'histórias da carochinha.'
Acredita quem quiser!
II) MESTRES"Quem és tu que queres julgar, com vista que só alcança um palmo. coisas que estão a mil milhas?" - Dante Alighieri (1265-1321), escritor italiano.
Dante Alighieri
III) LITERATOS
Umberto Eco, semiólogo e romancista italiano, nasceu em 5 de janeiro de 1932 em Alessandria, Itália. Mora num apartamento no segundo e terceiro andar de um prédio antigo, de frente para o palácio Sforzesco, fortificação do século XV, o mais vistoso ponto turístico de Milão, motivo pelo qual que ele diz que 'acorda todo dia com a Renascença.'
Suas obras mais conhecidas são 'O Nome da Rosa,' de 1980, que se tornou filme, com Sean Connery no papel principal, e 'O Pêndulo de Foucault,' de 1988.
Umberto EcoO Nome da Rosa com Sean Connery
IV) COMPORTAMENTO
O Príncipe Harry, terceiro herdeiro na linha de sucessão do trono no Reino Unido, quando adolescente, era muito 'levado' para os rígidos padrões de protocolo da realeza britânica e para a conduta daquele que um dia será rei, na mais tradicional, representativa e sólida do mundo.
Também herdeiro do carisma da mãe, Ladi Di (1961-1997), esbanjou bom humor, vitalidade e humildade na sua etapa de passagem diplomática pelo Rio de Janeiro, praticando corrida, jogando rúgbi com crianças, sorrindo e acenando muito e exalando charme real.
É mais fácil o acesso a ele, apesar da apertada segurança à sua volta, assim como é natural sua vontade de interagir com as pessoas que o recebem, ao contrário de muitos 'famosos' que por aqui circulam, incapazes de calçar as 'sandálias da humildade.'
O despojado príncipe Harry (Wilton Junior/AE)V) HISTÓRIA
No tempo em que São José dos Campos era uma estância para tuberculosos, quando o trem parava na estação (ficava na praça onde está a Faculdade de Direito, e que, em 1925, se transferiu para a zona norte), os passageiros cujo destino não era São José dos Campos, levavam seus lenços ao nariz 'para não serem contaminados pelo vírus da tuberculose.'
VI) PENSAMENTO
Pior que o rosto perder o brilho e o frescor da juventude, dando lugar a rugas e vincos, é o coração e o espírito deixarem-se entregar ao pessimismo, à desesperança e à falta de objetivos.
VII) TÚNEL DO TEMPOPERDIDOS NO ESPAÇO
Seriado de televisão exibido no Brasil a partir de 1966, nas tardes de domingo, logo após o programa Jovem Guarda da TV Record, e depois pela Rede Globo, TV Tupi, Rede Bandeirantes, TV Gazeta e Rede Record.
A série contava a história da família Robinson no espaço, a bordo da nave Júpiter 2, juntamente com o Robô B9 e o Dr. Zachary Smith. A nave sofre várias avarias, se perde no espaço e eles tentam encontrar o caminho de volta para a Terra.
A série tinha como astros principais Guy Williams (1924- 1989) como John Robinson; June Lockhart como Maureen Robinson; Jonathan Harris (1914-2002) como Zachary Smith; Marta Kristen como Judy Robinson; Billy Mummy como Will Robinson e Angela Cartwright como Penny Robinson.
Perdidos no EspaçoJune Lockhart em Perdidos no Espaço
Billy Mummy (Perdidos no Espaço)
Billy Mummy, 58, ator, músico e escritor
Billy Mummy em Perdidos no Epaço









Caro Augusto, como sempre, passando cultura a seus leitores. Gosti muito de seu comentário sobre o príncipe Harry. Principalmente quando você fala da humildade que ele demonstrou ter. Acontece que aqui no Brasil, qualquer "pé-de-chinelo, que por a mais banal das razões, por vezes surge aos olhos da mídia em geral. Logo pensam que são celebridades e já se acham no direito de ter estas atitudes das quais citou no comentário. Às vezes dá até pena destas pobres personalidades. Na maioria das vezes, iletrados e sem qualquer sinal de cultura. Grande abraço.
ResponderExcluir.
ResponderExcluirOlá, confrade.
Perdidos no Espaço... lembro muito bem, apesar da tenra idade na época. A semana contava com Perdidos no Espaço, Viagem ao Fundo do Mar, Terra de Gigantes, cada uma no seu dia sagrado. Não perdia um!
Sobre Dante, nada a falar, a não ser que o cara simplesmente criou as visões católicas de Inferno e Paraíso, acrescentando um Purgatório. Fantástico!
Tudo bom, incluindo sua visão do jovem príncipe, mas é sua crônica que mexeu em algo que, de fato, é o câncer de nossa sociedade atual - a hipocrisia, o individualismo extremo, o "pensar apenas no próprio umbigo". Vemos isso o tempo todo e, infelizmente, não vislumbro mudança a curto prazo, não enquanto o país (o mundo?) prega com veemência o consumismo egoísta - seja material, seja sentimental.
Abraços e, mais uma vez, parabéns pelo blogue.
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